sábado, 2 de julho de 2011

Graham Bell - Telefone

Alexander Graham Bell nasceu em Edimburgo, na Escócia no ano de 1847 e faleceu em 1922 no Canadá. Em Würzburg, na Alemanha, se formou em medicina. Aos 21 anos tornou-se assistente do pai, em Londres que era instrutor de surdos-mudos e especialista em problemas auditivos, queria criar o que chamava de "fala visível".

Bell teve oportunidade de ver a invenção do professor alemão Philip Reis, que havia juntado dois pedacinhos de madeira e aço, conseguindo construir um estranho aparelho capaz de transmitir sons, batizado como telefone. Ao vê-lo, Bell achou que a eletricidade poderia aperfeiçoá-lo e teve a idéia de construir um aparelho capaz de transmitir notas musicais à distância usando eletricidade.
Durante os anos de 1873 e 1874, Bell fez experimentos. Se fosse possível transmitir um conjunto de notas musicais, seria possível também transmitir a voz humana.

Enquanto Bell estava trabalhando, derrubou uma pilha e os ácidos corrosivos caíram sobre a mesa e em suas roupas. Bell gritou: "Sr. Watson, venha cá, preciso do senhor!" Watson ouviu a mensagem pelo telefone, e foi até ele. Bell estava com 29 anos e tinha, afinal, inventado o telefone. Bell sabia que havia urgência em patentear seu invento e entregou o pedido no Escritório de Patentes no dia 14 de fevereiro de 1876, apenas duas horas antes de que o mesmo fosse feito por Elisha Gray.

A idéia do telefone interessava também a outros inventores, que construíram aparelhos semelhantes. Logo o telefone sofreu notáveis melhoramentos e difundiu-se com rapidez. Bell poderia ter enriquecido, mas não se sentia seduzido pelos negócios e preferiu deixá-los em mãos dos sócios, seu assistente Watson, o sogro Hubbard e Thomas Sanders. O inventor continuou a se ocupar com a instrução dos surdos-mudos e dedicar-se a novas experiências.

Quando morreu em sua casa de Baddeck, no Canadá (na condição de cidadão dos EUA), todos os telefones dos Estados Unidos, em sinal de luto, foram silenciados por um minuto, numa última homenagem ao homem que havia dado ao mundo um dos mais eficientes meios de comunicação.

Frequências de rádio

As ondas de rádio têm diferentes freqüências e, ao sintonizar um receptor de rádio em uma freqüência específica, é possível captar um sinal.  
Uma onda eletromagnética é uma onda de rádio propagada por uma antena.
A rádio FM (frequência modulada) pode sintonizar esta frequência específica e receber o sinal de uma estação. Todos as estações FM transmitem em uma banda de frequência entre 88 e 108 megahertz. Esta banda do espectro eletromagnético é utilizada somente para transmissão de rádio FM.
A rádio AM é confinada em uma banda que vai de 535 a 1.700 kilohertz

São algumas das freqüências de rádio no Extremo Sul da Bahia.
- Rádio Cidade FM 87,9 (Teixeira de Freitas)
- Rádio 3 corações FM 97,5 (Mucuri) 
- Rádio Extremo Sul AM 830 (Itamaraju) 
- Rádio Jacarandá AM 710 (Eunápolis) 
- Rádio Terramar FM 92,9 (Itamaraju)
- Rádio Caraípe FM 100,5 (Teixeira de Freitas) 
- Rádio Sucesso FM 104,9 (Teixeira de Freitas) 
- Rádio 99 FM 99,0 (Itamaraju)

Fonte: http://micheleribeirocomunica.blogspot.com/2011/06/frequencias-de-radio-e-tv.html
           http://informatica.hsw.uol.com.br/ondas-de-radio1.htm

quarta-feira, 6 de abril de 2011

RESENHA - Nos bastidores da notícia (Alexandre Garcia)

Grande parte do que foi escrito por Alexandre Garcia nessas páginas é verdadeiro: para chegar a algum lugar, o bom repórter precisa, antes de tudo, uma boa dose de sorte!
No livro, o jornalista conta sobre várias fases de sua carreira, desde o Rio Grande Sul até a chegada às ‘Organizações Globo’. Alguns episódios são bem conhecidos do grande público e outros aparecem como novidade.
Além disso, o autor não utiliza tantas linguagens da profissão e, quando as usa, faz questão de explicá-las. Assim, o livro pode ser lido por qualquer pessoa leiga no assunto ou, como eu, um estudante de jornalismo no 5º período, em busca de conhecimento sobre comunicação social.

Ficha técnica:
•Livro: Nos bastidores da notícia
•Autor: Alexandre Garcia
•Editora: Globo
•Nº de páginas: 358
•ISBN: 85-250-0768-4
•Sinopse: Aqui o leitor encontra revelações políticas, aventuras, episódios pitorescos, impressões de viagem e fatos testemunhados pelo jornalista Alexandre Garcia em suas andanças pelos bastidores da política no Brasil e no exterior.

Por Alisson Andrade

terça-feira, 5 de abril de 2011

RESUMO CAPÍTULO XVII DO LIVRO CIBERCULTURA

CIBERCULTURA
            PIERRE LÉVY

FUNÇÕES DO PENSAMENTO CRÍTICO
A crítica progressista esforça-se para trazer à tona os aspectos mais positivos e originais das evoluções em andamento.No entanto, muitos discursos que se apresentam como críticos são apenas cegos e conservadores. Por conhecerem mal as transformações em andamento, não produzem conceitos originais, adaptados à especificidade da cibercultura. Critica-se a “ideologia (ou utopia) da comunicação” sem se fazer distinção entre televisão e internet.

Deplora-se a confusão crescente entre o real e o virtual sem nada se entender sobre virtualização, que pode ser tudo menos uma desrealização do mundo – seria antes uma extensão do potencial do humano¹. É urgente, inclusive para a própria crítica, empreender a crítica de um “gênero crítico” desestabilizado pela nova ecologia da comunicação. É preciso interrogar hábitos e reflexos mentais cada vez menos adequados às questões contemporâneas.
¹Ver Pierre Lévy, O que é virtual?, op. cit., onde essa questão é abordada de um ponto de vista antropológico.

CRÍTICA DO TOTALITARISMO OU TEMOR DA DESTOTALIZAÇÃO?
A idéia segundo a qual o desenvolvimento do ciberespaço ameaça a civilização e os valores humanistas apóia-se em grande parte na confusão entre universalidade e totalidade. Ficamos desconfiados daquilo que se apresenta como universal porque, quase sempre, o universalismo foi difundido por impérios conquistadores, pretendentes ao domínio, fosse esse domínio temporal ou espiritual. Ora, o ciberespaço, ao menos até o momento, é mais acolhedor do que dominador. Aqueles que vêem no ciberespaço um perigo de “totalitarismo” estão basicamente cometendo um erro de diagnóstico.
[...] a televisão e a imprensa são instrumentos de manipulação e de desinformação muitos mais eficazes do que a Internet, já que pode impor “uma” visão da realidade e proibir a resposta, a crítica e o confronto entre posições divergentes.
Mais uma vez, associar uma ameaça totalitária à cibercultura advém de uma profunda incompreensão a respeito de sua natureza e do processo que governa a sua extensão.

O que amedronta de fato os críticos profissionais não seria exatamente a destotalização em andamento? A condenação dos novos meios de comunicação interativos e transversais não ecoa um bom e velho desejo de ordem e de autoridade?
Os guardiões do bom gosto, os avalistas da qualidade, os intermediários obrigatórios, os porta-vozes vêem suas posições ameaçadas pelo estabelecimento de relações cada vez mais diretas entre produtores e usuários de informação.

Há textos circulando em grande escala no mundo inteiro pelo ciberespaço sem que nunca tenham passado pelas mãos de qualquer editor ou redator.
A apropriação dos conhecimentos se libertará cada vez mais das restrições colocadas pelas instituições de ensino, já que as fontes vivas do saber estarão diretamente acessíveis e os indivíduos terão a possibilidade de integrar-se a comunidades virtuais consagradas à aprendizagem cooperativa.
Numerosas posições de poder e diversos “trabalhos” encontram-se ameaçados. Mas se souberem reinventar sua função para transformarem-se em animadores dos processos de inteligência coletiva, os indivíduos e os grupos que desempenham os papeis de intermediários podem passar a ter um papel na nova civilização, ainda mais importante do que o anterior.
O ciberespaço não muda em nada o fato de que há relações de poder e desigualdades econômicas entre humanos.
A crítica pensa estar fundamentada ao denunciar um “totalitarismo” ameaçador e ao anunciar-se com porta-voz de “excluídos” aos quais, por sinal, ela nunca pergunta a opinião. Tudo isso nos atrasa na invenção da nova civilização do universal por contato e em nada nos ajuda a orientá-la na direção mais humana.

A CRÍTICA ERA PROGRESSISTA. ESTARIA TORNANDO-SE CONVSERVAORA?
Á procura do espetacular e do sensacional, as mídias contemporâneas não param de apresentar os aspectos mais sombrios da atualidade, colocam constantemente os políticos na roda, fazem questão de denunciar os “perigos” ou os efeitos negativos da globalização econômica e do desenvolvimento tecnológico: jogam com o medo, um dos sentimentos mais fáceis de incitar.

Os intelectuais e demais pensadores deveriam, então, abandonar toda e qualquer perspectiva de crítica? De forma alguma. Mas é preciso compreender que a atitude crítica em si, simples reminiscência ou paródia da grande crítica dos séculos XVIII e XIX, não e mais uma garantia de abertura cognitiva nem de progresso humano. É preciso agora distinguir cuidadosamente entre, de um lado, a crítica reativa, midiática, convencional, conservadora, álibi dos poderes estabelecidos e da preguiça intelectual e, por outro lado, uma crítica atuante, imaginativa, voltada para o futuro, que acompanham movimento social. Nem toda crítica pensa.

AMBIVALÊNCIA DA POTÊNCIA
A aceleração contemporânea da corrida virtual e o universal não pode ser reduzida nem ao “impacto social das novas tecnologias” nem ao advento de uma dominação em particular, seja ela econômica, política ou social.

Trata-se ante de um movimento do conjunto da civilização, de uma espécie de mutação antropológica na qual se conjugam, ao lado da extensão do ciberespaço, o crescimento demográfico, a urbanização, o aumento da densidade das redes de transporte (e o aumento correlacionado da circulação de pessoas), o desenvolvimento tecno-científico, a elevação (desigual) do nível de educação da população, a onipresença midiática, a globalização da produção e das trocas, a integração financeira internacional, a ascensão de grandes conjuntos políticos transnacionais, sem esquecer a evolução das idéias tendendo a uma tomada de consciência global da humanidade e do planeta.

Essa invenção progressista da essência do homem, em andamento neste momento, não promete de forma alguma, unilateralmente, um futuro radiante nem tampouco uma felicidade maior. As tendências universalizantes e virtualizantes são acompanhadas por um aumento das desigualdades entre pobres e os favorecidos. [...] entre os participantes do universal e seus excluídos. Elas interrompem ou marginalizam transmissões seculares, enfraquecem os estilos de vida locais que pertencem ao mais precioso patrimônio da espécie, desestabilizam violentamente os imaginários que organizam as subjetividades.

A passagem pelo virtual é, portanto, um desvio, um acúmulo tendo em vista atualizações mais numerosas e mais fortes. O temor de uma “desrealização do mundo” é infundado.
O universal aberto, sem totalidade, da cibercultura acolhe e valoriza as singularidades, oferece a muitos o acesso à expressão.
Mas as potencialidades positivas da cibercultura, ainda que conduzam a novas potências do humano, em nada garantem a paz ou a felicidade.

Por Alisson Andrade

domingo, 20 de março de 2011

No Twiter



Comparação de notícias de sites de Teixeira

Na vontade de demonstrar informações enquadradas nos padrões da comunicação jornalística, peguei uma matéria factual em três sites de Teixeira, montei e preenchi os pontos: Quem, quê, quando, onde, como e por quê. Sempre que possível, eu vou fazer essas montagens, quem quiser utilizar a idéia, vale para verificar o que realmente está coerente com a notícia ou divergências nos meios dos comunicadores.
Links:
QUEM?
Teixeira Notícias: comerciante de jóias – Dayana Lima Guimarães, 27
Teixeira News: jovem comerciante do ramo de venda de jóias – Dayane Lima Guimarães, 28
Sul Bahia News: jovem bonita e solteira – Dayana Lima Guimarães – 28
O QUÊ?
Teixeira Notícias: assassinada com três tiros
Teixeira News: Brutalmente abatida a tiros
Sul Bahia News: assassinada
QUANDO?
Teixeira Notícias: noite da ultima terça feira, 18
Teixeira News: início da noite de terça feira, 18
Sul Bahia News: por volta das 18h de terça feira, 18
ONDE?
Teixeira Notícias: em Teixeira de Freitas, enquanto lavava a varanda da casa onde morava
Teixeira News: na garagem de sua casa na Rua 18 n 74, bairro Bonadiman, zona sul de Teixeira de Freitas.
Sul Bahia News: porta de casa
COMO?
Teixeira Notícias: foi executada com dois na cabeça e um na barriga enquanto lavava a varanda casa onde morava. Vizinhos disseram que era costume, Dayana lavar a frente da casa com o som do carro ligado.
Teixeira News: Morta quando tirava a sua caminhonete Toyota Hilux, cor preta, para o lado de fora de sua casa. Uma vez o carro do lado externo do imóvel, ela passou a varrer a sua garagem, quando o assassino ou os assassinos chegaram e executaram a moça a tiros.
Sul Bahia News: Como era costume, Dayana tirou da garagem da casa em que morava na Rua 18, número 74, sua caminhonete S10 preta, estacionou-a em frente à residência e voltou para limpar a garagem.
Ela caiu em meio aos utensílios de limpeza após ser atingida, de curta distância, na cabeça, próximo à orelha esquerda; na face, próximo ao olho e no abdômen, também lado esquerdo.
POR QUÊ?
Teixeira Notícias: Até o momento, a polícia não deu nenhuma nota sobre o crime
Teixeira News: a polícia trabalha com quatro hipóteses e que uma delas possa ter motivado o brutal assassinato da jovem – Uma pode ser relacionada ao problema com a máfia dos remédios proibidos, outra em relação a um fato novo, mas que a polícia não sustenta até então, e as outras duas possibilidades estão ligadas a crime passional
Sul Bahia News: ??
Histórico do personagem:
Teixeira Notícias: Dayana já tinha passagem pela polícia e foi notícia a pouco mas de 1 ano quando foi presa vendendo remédios controlados para emagrecer.
Teixeira News: Os delegados Manoel Andreatta e José Bezerra Júnior prenderam em meados de 2009 prenderam a vítima em flagrante delito. Na época ela foi enquadrada criminalmente porque vinha indevidamente mandando confeccionar talonários timbrados de um médico conhecido da cidade que era seu namorado na ocasião, e com o seu carimbo e assinatura, a acusada mandava farmácias de manipulação fabricar remédios para emagrecer e indevidamente vendia os medicamentos contra-indicados.
Sul Bahia News: em seu histórico constava uma prisão por exercício ilegal da medicina, falsificação de documento público e venda de medicamentos, caracterizado como tráfico de drogas. Dayana manteria um relacionamento amoroso com um médico conhecido da região.

Por: Alisson Leite de Andrade
Produtor, editor, cinegrafista, repórter e graduando do 5º período de Comunicação social com habilitação em jornalismo pela Fasb - Faculdade do Sul da Bahia.

Queria que você estivesse aqui

Então.
Então você acha que consegue distinguir
O céu do inferno?
Céus azuis da dor?
Você consegue distinguir um campo verde
de um frio trilho de aço?
Um sorriso de um véu?
Você acha que consegue distinguir?
Fizeram você trocar
Seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
Você trocou
Um papel de coadjuvante na guerra
Por um papel principal numa cela?
Como eu queria! Como eu queria que você estivesse aqui
Somos apenas duas almas perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre este mesmo velho chão

O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui

Fichamento do livro Cibercultura - Pierre Lévy


CIBERCULTURA

                                                                                    Pierre Lévy

FICHAMENTO

PARTE I
O crescimento do ciberespaço resulta de um movimento internacional de jovens ávidos, para experimentar, coletivamente, formas de comunicação diferentes daquelas que as mídias clássicas nos propõem. Em segundo lugar, que estamos vivendo a abertura de um novo espaço de comunicação.
A verdadeira questão não é ser contra ou a favor, mas sim, reconhecer as mudanças qualitativas na ecologia dos signos, o ambiente inédito que resulta da extensão das novas redes de comunicação para a vida social e cultural.

PARTE II
Tornou-se uma questão de dinheiro envolvendo os pesos pesados. O tempo dos ativistas e dos utopistas já terminou. Se você tentar explicar o desenvolvimento de novas formas de comunicação transversais, interativas e cooperativas, ouvirá como resposta um discurso sobre os ganhos fabulosos de Bill Gates, presidente da Microsoft. (...) O crescimento do ciberespaço servirá apenas para aumentas ainda mais o abismo entre os bem-nascidos e os excluídos, entre os países do Norte e as regiões pobres nas quais a maioria dos habitantes nem mesmo tem telefone.
Devo portanto enunciar aqui alguns argumentos sensatos. O fato de que o cinema ou a música também sejam indústrias e parte de um comércio não nos impede de apreciá-los, nem de falar deles em uma perspectiva cultural ou estética. O telefone gerou e continua a gerar verdadeiras fortunas para as companhias de telecomunicação. Isso não altera o fato de que as redes de telefonia permitem uma comunicação planetária e interativa.
Por isso não vejo por que a exploração econômica da Internet ou o fato de que atualmente nem todos têm acesso a ela constituiriam por si mesmos, uma condenação da cibercultura ou nos impediriam de pensá-la d qualquer forma de crítica.
Aliás, não são os pobres que se opõem à Internet – são aqueles cujas posições  de poder, os privilégios (sobretudo os privilégios culturais) e os monopólios encontram-se ameaçados pela emergência dessa nova configuração de comunicação.

PARTE III
As telecomunicações são de fato responsáveis por estender de uma ponta à outra do mundo as possibilidades de contato amigável, de transações contratuais, de transmissões de saber, de trocas de conhecimentos, de descoberta pacífica das diferenças.
Uma das principais hipóteses deste livro é a de que a cibercultura expressa o surgimento de um novo universal, diferente das formas culturais que vieram antes dele no sentido de que ele se constrói sobre a indeterminação de um sentido global qualquer.
A nova universalidade não depende mais da auto-suficiência dos textos, de uma fixação e de uma independência das significações. Ela se constrói e se estende por meio da interconexão das mensagens entre si, por meio de sua vinculação permanente com as comunicações virtuais em criação, que lhe dão sentidos variados em uma renovação permanente.
Encontram-se fora do deste estudo as questões econômicas e industriais, os problemas relacionados ao emprego e as questões jurídicas. Enfatizamos a atitude geral, frente ao progresso das novas tecnologias, a virtualização da informação que se encontra em andamento e a mutação global da civilização que dela resulta. As novas formas artísticas, as transformações do saber, as questões relativas a educação e formação, os problemas da exclusão e da desigualdade.

PARTE IV
Apresento, portanto, de forma acessível aos não especialistas, conceitos como a digitalização da informação, os hipertextos e hipermídia, as simulações em computadores, as realidades virtuais, as grandes funções das redes interativas e particularmente as da Internet.

PARTE V
Por fim, o lado negativo da cibercultura, por meio dos conflitos e das críticas que sempre provoca... Conflitos de interesses e as lutas de poder que se desenrolam em torno do ciberespaço, as denúncias por vezes truculentas contra o virtual, as sérias questões da exclusão e da manutenção da diversidade cultural frente aos imperialismos políticos, econômicos ou midiáticos.

O bom e velho Jack


Por que o Jack Daniel's é tão bom? Será que é porque ele não é bourbon?
Não é somente bebida alcoólica, é como se você estivesse bebendo goles de pura história.
O gosto é suave e seco, o cheiro é inconfundível e a garrafa é um verdadeiro ícone. Todo bom apreciador de whiskey deve ter ao menos um JACK DANIEL’S em seu bar ou como uma referência de bebida de qualidade.
                               http://www.jackdaniels.com/
                                             A história
Jasper Newton Daniel, que tinha o apelido de “Jack”, nasceu em 1850, sendo o décimo filho de uma família muito numerosa. Ainda adolescente, aprendeu o processo de destilação e elaboração do uísque com seu pai, Dan Call, um pastor luterano proprietário de uma destilaria. Dan preparava as bebidas com um sistema que, por meio do carvão vegetal da árvore Maple, levava mais dias para adoçar o uísque. O processo era comum no estado do Tennessee, mas os proprietários ficavam insatisfeitos com a demora e os gastos extras. Jack comprou a destilaria no ano de 1860 com apenas 13 anos de idade. Logo começou, com a ajuda de seu primo Button, a distribuir uísque em carroças até o Alabama, onde vendiam a bebida aos homens que lutavam na guerra entre os estados (The War Between the States). Seis anos depois foi o primeiro a registrar sua destilaria, localizada no condado de Moore na cidade rural de Lynchburg, junto ao governo americano, criando a mais antiga destilaria registrada dos Estados Unidos. O produto era vendido em garrafas com tampa de cortiça. Para destingir seus uísques dos demais, Jack colocou um rótulo em suas garrafas, sendo o primeiro relato de publicidade feito por uma destilaria. Durante os anos 1880, a pequena destilaria se tornou uma das maiores no Tennessee e poderia ter se tornado ainda maior, se não por insistência própria. Ele se recusava a moer mais de 99 cestos de milho por dia para evitar que o governo mantivesse um fiscal de renda na destilaria. E assim, apenas 8 barris de uísque gotejava do alambique por dia. Porém, não demorou muito para ver seu uísque ficar famoso no mundo, ganhando vários prêmios internacionais como por exemplo a medalha de ouro na Feira Mundial de Saint Louis, em 1904, competindo contra outros 20 uísques do mundo inteiro. Jack Daniel morreu em 1911 e deixou para seu sobrinho, Lem Motlow, a destilaria como herança. Devido à lei seca instituída nos Estados Unidos - a lei começou dez anos antes no estado do Tennessee e se estendeu por mais alguns anos depois da lei ser revogada, a destilaria ficou proibida de produzir seu produto. Transferiu as destilarias para as cidades de St. Louis e Birmingham nos primeiros anos da lei seca. Porém, sua intenção de driblar a lei não teve êxito, pois não contava com as águas da nascente de uma caverna perto de Lynchburg, que faziam do produto um uísque único. O jeito foi diversificar os negócios durante o período da proibição, investindo em propriedades e no comércio de mulas.

Retomou as atividades em 1938 e produziu o uísque até 1942, quando a destilaria foi proibida pelo governo americano de produzir seu produto em virtude da Segunda Guerra Mundial. Quando o governo suspendeu a proibição em 1946, impôs uma cláusula em que a produção só poderia ser feita utilizando grãos de milho de qualidade inferior. Lem Motlow, não querendo baixar a qualidade do uísque, se recusou a voltar sua produção até 1947. Com a sua morte nesse mesmo ano, a destilaria passou para as mãos de seus quatro filhos, Reagor, Robert, Daniels e Connor. Os quatros irmãos aumentaram sensivelmente a produção, nunca perdendo a tradicional qualidade do uísque, utilizando o principal slogan feito por Mr. Jack: “Every day we make it, we’ll make it the best we can”(Todos os dias fazemos isso, nós vamos fazê-lo o melhor que podemos). Nos anos 50, a taxação sobre a bebida estava altíssima, eram pagos US$ 10,50 por barril antes mesmo do uísque ser vendido, levando a destilaria a uma situação difícil. Em 1956, os irmãos resolveram vender o negócio para a Brown-Forman Company of Louisville, que manteve a mesma qualidade que fizeram de JACK DANIEL’S tão famoso no mundo.